Escola de Governo em MS abre inscrições para instrutores

Através de um processo seletivo com inscrições abertas desde o início da última semana, a Escola de Governo de Mato Grosso do Sul pretende credenciar instrutores que atuarão nas ações de qualificação e formação em diversas áreas e cidades do Estado. 

Segundo nota da assessoria de imprensa do governo de Mato Grosso do Sul, o objetivo da iniciativa é ampliar o atendimento para que mais servidores possam ter acesso aos projetos de qualificação. Além de Campo Grande, serão selecionados instrutores nos 78 municípios para que possam ministrar aulas não só em seus municípios de origem, mas também em cidades próximas. 

Há vagas para instrutores nas áreas de: atendimento ao público, oratória, Inglês, Espanhol, Redação Oficial, Gramática para Redação de Textos, Políticas Públicas para Igualdade de Gênero e Racial, Gestão Ambiental na Administração Pública, Direitos Humanos, Informática (Básica, Excel, Access, AutoCAD e Corel Draw), Memorização e Programação Neurolinguística, Gestão de Documentos – Almoxarifado e Patrimônio, Licitação e Contratos na Administração Pública, Execução Orçamentária e Financeira, Administração Pública e Gestão de Convênios na Administração Pública. Para mais informações acesse: www.escolagov.gov.ms.br 

Fonte: ACS com informações do Notícias MS 

Parceria entre governos do DF e de MG fortalece a gestão ambiental

Uma parceira entre o governo do Distrito e de Minas Gerais vai proporcionar experiências de sucesso dos parques mineiros contribuam para a eficiência da gestão ambiental no DF. De 2 a 5 de setembro,  servidores do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Jardim Botânico de Brasília (JBB) e integrantes do consórcio de empresas responsável pelo plano de manejo do JBB e da Estação Ecológica de Águas Emendadas participarão de uma visita técnica em três parques mineiros. 

Trinta técnicos e especialistas na área ambiental, que trabalham em áreas estratégicas do governo, visitarão, durante três dias, os parques Vale Verde Parque Ecológico, Estadual da Serra do Rola-Moça e Ambiental do Inhotim. Além disso, serão realizadas reuniões entre os dirigentes do IBRAM e do Instituto Estadual de Florestas (IEF) para discutir projetos e parcerias entre os órgãos. Todos que participarão da visita ficarão hospedados no alojamento do Parque Estadual de Itacolomi, em Ouro Preto.

“A visita técnica será fundamental para a troca de experiências entre as instituições, os pontos principais das discussões serão a gestão e a sustentabilidade econômica. Esses são assuntos relevantes para a consolidação do Programa Abrace um Parque, desenvolvido há um ano pelo IBRAM”, explica o presidente do IBRAM, Gustavo Souto Maior.

No primeiro dia, o grupo conhecerá o trabalho realizado no Vale Verde Parque Ecológico. Entre as iniciativas observadas no local, estão as de educação ambiental e recuperação de áreas degradadas. No parque Serra do Rola-Moça, o grupo de servidores do DF poderá conferir o sistema de fiscalização, vigilância e monitoramento ambiental realizados naquela área. Essa unidade tem características similares às dos parques da capital federal e entorno como localização próxima às áreas urbanas, que requer atenção permanente quanto à segurança, prevenção aos incêndios e preservação ambiental.

Na programação do último dia está prevista a visita no parque Ambiental do Inhotim, considerado um museu contemporâneo com obras de Burle Marx, é referencia internacional. Destacam-se os projetos de educação ambiental, paisagismo, pesquisa e educação ambiental que são aliados ao conhecimento cultural.

Essa iniciativa foi viabilizada por meio do projeto de elaboração do plano de manejo do JBB e da Estação Ecológica de Águas Emendadas, lançado pelo governador do DF, José Roberto Arruda, no dia do meio ambiente deste ano, 5 de junho. 
 

Ibram

 

fonte: clicabrasilia.com.br

Gestão ambiental do DF é reestruturada

O Distrito Fedral vem buscando melhor eficiência na aplicação da Gestão Ambental no territorio do DF, publicou na última quarta-feira no DODF um nova divisão da Subsecretaria de Meio Ambiente em: Subsecretaria de Política Ambiental e a Subsecretaria de Sensibilização Socioambiental e Gestão de Áreas Verdes. Com a nova estrutura o GDF proporciona uma maior autonomia à gestão ambiental e favorece a elaboração das políticas e legislações ambientais. As duas Subsecretarias serão regidas pelo então subsecretario Eduardo Brandão que agora é o Secretario Adjunto de Meio Ambiente.

Toda mundaça é sempre bem vinda quando tem como principal objetivo potencializar as ações de preservação ambientais, espera-se que a fragmentação e a descenstralização promova efeitos positivos.   

Soluções para conter o aquecimento global na área de energia e novas tecnologias é o tema do último vídeo da trilogia Pense de Novo do WWF-Brasil.

 
 

Profissionais elogiam cursos, mas alguns veem desvantagem

Autor: Franco Caldas Fuchs especial para a Gazeta do Povo

Um curso tecnológico surgiu quando Pedro Luiz Szlachta mais precisava. Em 1999, ele já era um profissional experiente no ramo de gestão ambiental, mas não tinha formação de nível superior. Até que soube que a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) abriria o curso de tecnologia em química ambiental. Ele prestou o vestibular e colou grau em 2003.

“Me formei em quatro anos, mas poderia ter feito em até três anos e meio, se não tivesse minhas ocupações,” diz ele, referindo-se à Equilíbrio Soluções Ambientais, empresa que criou, junto com um amigo, em 1999.

Szlachta diz que, caso tivesse cursado engenharia ambiental, seria quase impossível conciliar o trabalho com o curso, que é de período integral. “Além disso, o meu diploma só viria no mínimo em 5 anos.”

O título de tecnólogo, segundo ele, ajudou a respaldar o trabalho que já vinha desenvolvendo, assim como a experiência na faculdade trouxe contatos profissionais e abriu novos horizontes. Hoje Pedro cursa mestrado em meio ambiente e continua à frente de sua empresa, que atende cerca de 35 clientes e emprega 8 funcionários – inclusive outros tecnólogos.

Rejeição

O curso de tecnólogo não foi a melhor escolha para Carlos Eduardo Linzmeyer de Brito, 23 anos, que sempre sonhou em ser engenheiro mecânico. Como no primeiro vestibular ele não conseguiu entrar no curso desejado, acabou fazendo Tecnologia em Automação Industrial na UTFPR.

Dois meses de aulas bastaram para desistir do curso. Uma das coisas que contribuíram para essa decisão foi o preconceito que sentia por parte dos alunos e professores de engenharia que, segundo ele, gostavam de reforçar que tinham mais conhecimento do que os tecnólogos.

Constatando também que não poderia assinar projetos maiores como fazem os engenheiros e acreditando que iria ganhar menos do que eles, Carlos fez o vestibular novamente para engenharia mecânica na UTFPR. Seu verdadeiro sonho acabou concretizado e hoje ele se diz satisfeito, cursando o sétimo período de mecânica.

Fonte: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo

 
 

Tecnólogos conquistam espaço

Mais curtos e focados na demanda do mercado, cursos de tecnologia ganham cada vez mais adeptos

 Franco Caldas Fuchs, especial para a Gazeta do Povo

São grandes os atrativos dos cursos superiores de tecnologia, que prometem oferecer uma formação voltada diretamente às necessidades do mercado e possuem uma duração menor do que os bacharelados e licenciaturas. Não é à toa que tantos brasileiros, principalmente na faixa entre 25 e 45 anos, têm procurado os cursos tecnológicos. Entre 2002 e 2007, o número de alunos que ingressou nesse tipo de graduação cresceu 390%, segundo dados do Ministério da Educação (MEC). Em comparação, o número de alunos no ensino superior regular no mesmo período subiu apenas 22%.

A oferta desses cursos também acompanhou a demanda. Exemplo disso é o caso da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), que em 2010 lança um Centro de Formação de Tecnólogos, com oito cursos nesse formato, seguindo exemplos de instituições públicas, como a Universidade Tecnológica do Paraná (UTFPR), e privadas, como as Faculdades Opet, que já investem na área há um bom tempo.

Diante desse imenso contingente de tecnólogos formados a cada ano, a Gazeta do Povo procurou descobrir como essas pessoas são vistas pelo mercado e se elas têm de fato encontrado colocações.

Potenciais e restrições

Atuando há mais de uma década na área de recursos humanos, as profissionais Eliane Catalano (analista sênior da empresa Nossa RH) e Ariane Woehl (gerente de relacionamento da RH Center) contam que, antigamente, o mercado era bem mais resistente em aceitar os tecnólogos.

“Hoje as empresas já abrem vagas pensando em contratá-los. E se porventura elas se esquecem de fazer isso, nós mesmos indicamos tecnólogos para determinadas funções, e eles muitas vezes são contratados sem problema algum”, diz Eliane.

Na avaliação de Ariane, como a presença dos cursos tecnológicos é considerada recente no Brasil (o MEC passou a incentivá-los só a partir de 1998), a formação esbarra ainda no desconhecimento de parte do mercado. “Até hoje há empresários que me perguntam se esse é um curso superior”, relata.

Segundo a gerente da RH Center, a aceitação dos tecnólogos também varia de acordo com certos nichos de trabalho. “Nas áreas comerciais e administrativas, por exemplo, a aceitação é maior”, diz. Ela cita o exemplo da própria empresa em que trabalha, que recentemente contratou uma tecnóloga formada em gestão de RH. “Ela está se dando tão bem ou melhor na função quanto se tivesse um bacharelado em psicologia ou administração, como costumam ter a maioria dos profissionais de recursos humanos.”

Em compensação, em setores como o de engenharia, Ariane admite que existe resistência de algumas empresas. “Algumas só contratam engenheiros ou, então, os tecnólogos admitidos acabam recebendo quase como se fossem técnicos, com nível de ensino médio.”

Um exemplo de empresa que, em princípio, não faz restrições a tecnólogos é a paranaense Sigma, que atua na área de sistemas de informação. “Independentemente de ser tecnólogo ou bacharel, o que vale para nós primeiro é se a pessoa tem conhecimento técnico e se ela passa nas avaliações que fazemos”, afirma o diretor de tecnologia da Sigma, Dante Barleta Filho.

Segundo ele, do quadro funcional de sua empresa, composta por 350 funcionários, 20% são tecnólogos. Dessa parcela, há muitos empregados que já trabalhavam sem ter um nível superior e que fizeram o curso tecnológico para obter um diploma, exigência que passou a ser feita pela empresa.

Mas Barleta reconhece que, se um bacharel e um tecnólogo estiverem empatados na disputa de uma vaga nova na Sigma, ele ainda concederia o posto ao bacharel, “que teria uma formação mais completa”.

Saiba mais

São muitas as opções para quem deseja cursar uma graduação voltada às necessidades imediatas do mercado. Por serem mais práticos e sintéticos, os cursos têm currículos de menor duração do que bacharelados e licenciaturas. Saiba mais sobre os cursos tecnológicos:

Abrangem os mais diversos setores. O Ministério da Educação, em seu catálogo de cursos tecnológicos (que pode ser acessado pelo site http://catalogo.mec.gov.br), os divide em dez áreas: Ambiente, Segurança e Saúde; Controle e Processos Industriais; Gestão e Negócios; Hospitalidade e Lazer; Informação e Comunicação; Infraestrutura; Produção Alimentícia; Produção Cultural e Design; Produção Industrial e Recursos Naturais.

Permitem o ingresso em pós-graduações lato e stricto sensu – especializações, mestrados e doutorados.

O tecnólogo também pode concorrer normalmente a uma vaga em concursos públicos que exija curso superior – exceto no caso do edital recomendar um bacharelado ou licenciatura em específico.

Em relação ao salário, o tecnólogo pode ganhar tanto ou mais do que bacharéis e licenciados. Na prática, porém, alguns setores, como a da engenharia mecânica, podem valorizar mais os que cursaram o ensino superior regular

Fonte:http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo

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Fundo Nacional do Meio Ambiente lança novo modelo de incentivo a projetos

 Para 2009, serão contemplados os temas educação ambiental e recuperação de áreas degradadas

Carine Corrêa

O Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) lançou no último dia 21 de agosto o novo modelo de Demanda Espontânea para fomento de projetos a serem realizados em todo o País. As propostas devem ser enviadas por correio ou entregues no protocolo do FNMA, de 1º de outubro a 30 de novembro, das 8h às 18h. A partir deste ano, todos os projetos concorrentes também devem ser inseridos obrigatoriamente, no mesmo período, no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv).

Os projetos devem ser elaborados para a execução no prazo de um ano. Em 2009, os temas selecionados para Demanda Espontânea são educação ambiental e recuperação de áreas degradadas. Os projetos devem apresentar um valor mínimo de R$ 200 mil e máximo de R$ 300 mil. O teto orçamentário estabelecido para atendimento dos projetos é de R$ 3 milhões, a ser repassado em 2010 .

Além do Siconv (www.convenios.gov.br), as propostas que serão enviadas pelo correio devem ser elaboradas no FaçaProjetos, um programa de apresentação de projetos que pode ser acessado pelo site do MMA na página do FNMA. Se o projeto for aprovado, a expectativa é de que o proponente possa receber o recurso em parcela única, no ato da liberação do orçamento, já no semestre seguinte.

Os projetos que excederem o teto orçamentário programado para 2010 serão devolvidos. Se o tema da proposta for compatível com as temáticas do ano seguinte, o mesmo projeto poderá ser reapresentado, desde que efetuadas as devidas adequações. Para 2010, serão discutidos os temas da demanda espontânea na primeira reunião do Conselho, que deve acontecer entre março e abril do ano que vem.

As novas regras e orientações para apresentação de projetos serão publicadas na página eletrônica do FNMA www.mma.gov.br/fnma.

 Nova gestão

No ano em que completa 20 anos de existência, o Fundo foi reestruturado para operar com um novo modelo de gestão. Após a última reunião do Conselho Deliberativo do FNMA, realizada em 30 de julho, foram estabelecidas novas diretrizes, como a definição anual dos temas para a Demanda Espontânea pelo Conselho Deliberativo do Fundo, a previsão de reserva orçamentária anual para garantir o pagamento dos projetos aprovados e o lançamento de editais para o apoio a projetos de maior valor financeiro e com escala territorial de abrangência regional.

Para a viabilidade da nova estratégia que garantirá maior celeridade no desembolso e qualificação do apoio técnico/financeiro aos parceiros, ficou estabelecido que o conjunto de projetos que integravam o passivo do FNMA desde de 2003 serão devolvidos aos proponentes. Esses projetos poderão ser reenviados, já em 2009, por meio da demanda espontânea desde que atendam as linhas temáticas estabelecidas e tenham sua estrutura orçamentária atualizada.

O FNMA atua por meio de demandas espontânea e induzida. No primeiro caso, os temas escolhidos pelo fundo em um determinado ano são apresentados à sociedade. Os projetos inscritos nesta categoria devem ter um caráter inovador e a possibilidade de serem reproduzidos em outras experiências.

Já na demanda induzida, o tema dos projetos é definido de acordo com as necessidades da política nacional do meio ambiente. O FNMA elabora uma proposta que deve ser aprovada pelo Conselho Deliberativo, e em seguida é lançado um edital ou termo de referência. Neste ano, por exemplo, o tema é direcionado à gestão ambiental local nos municípios do arco do desmatamento. O Fundo já está em fase de negociações com os governos estaduais, municipais e sociedade civil para executar este instrumento, que deve ser conveniado ainda este ano e terá recursos repassados já em 2009.

O FNMA pretende também lançar ainda este ano um instrumento convocatório para promover a gestão de resíduos sólidos nos estados, que deve ser conveniado apenas em 2010.

Para Fabrício Barreto, diretor do FNMA, os temas das demandas apresentadas em 2009 dialogam com o novo modelo a ser implementado. "Não estamos procurando soluções isoladas, queremos apoiar, principalmente, ações estruturantes que subsidiem a implementação de instrumentos de gestão, de forma a priorizar alternativas regionais", afirma Barreto.

Ele explica que os recursos operados por meio da demanda induzida devem ser aplicados numa escala territorial que possibilite potencializar as ações da Política Nacional de Meio Ambiente fomentadas, bem como avaliar de forma qualificada os impactos auferidos ao território. Esse esforço considera a necessidade de evitar a pulverização de recursos pelo país, com vistas à melhoria da efetividade dos resultados esperados. De acordo com Barreto, desta forma será possível valorizar propostas construídas a partir de concertações regionais envolvendo vários atores.

 Histórico


O FNMA é um fundo contábil sujeito às regras orçamentárias estabelecidas pelo governo. Considerado um potente instrumento de fomento da política nacional do meio ambiente, foi fundado em 1989 e já beneficiou mais de 1400 projetos, distribuídos em todos os biomas do território nacional, com recursos estimados em cerca de R$ 230 milhões.

O fundo já operou por meio de empréstimos e doações, mas hoje os recursos são provenientes exclusivamente do Tesouro Nacional. Os projetos aprovados foram implementados nas mais diversas áreas: agenda 21, educação ambiental, recuperação de áreas degradadas, recursos pesqueiros, resíduos sólidos, produtos químicos e espécies ameaçadas de extinção, unidades de conservação dentre outras.

Fonte: MMA

Seminário na região do Araguaia discute a gestão de resíduos sólidos

Cuiabá / Várzea Grande.

Prossegue em Água Boa (730 quilômetros da capital, na Região Leste), o 1º Seminário de Gestão de Resíduos Sólidos do Araguaia. O evento, uma realização da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), por meio da Coordenadoria de Gestão de Resíduos Sólidos e da Diretoria da Unidade Desconcentrada de Barra do Garças, teve início nesta segunda-feira (24.08), na Câmara Municipal.

O seminário conta com palestras, mesas-redondas e oficinas onde estão sendo abordadas questões relacionadas aos instrumentos legais e normas técnicas pertinentes a área de Gestão de Resíduos Sólidos, em especial os resíduos urbanos e de serviços de saúde, de responsabilidade da administração municipal, executora das políticas de gestão sócio-ambiental.

Participam do evento gestores municipais (Prefeitos, Secretários e Técnicos), profissionais autônomos, responsáveis técnicos, representantes de Universidades, ONG’s, indígenas e estudantes de áreas afins.

De acordo com Terezinha Rodrigues da Silva, responsável pela Fórum Lixo e Cidania, o lixo, além de poluir o meio ambiente, causa danos no local e à distância, com conseqüências a curto e longo prazos, trazendo problemas econômicos e de saúde pública e, pondo em risco as necessidades das futuras gerações. Em relação as mudanças climáticas, elas podem provocar inundações e desertificações.

Nesse contexto estarão sendo discutidos, durante o seminário, os diversos instrumentos legais e normas técnicas relacionados ao tema como a Lei nº 9.605 (Lei da Natureza: lei dos crimes ambientais), de 12/02/1998, que em seu art. 54 estabelece como crime e ambiental, causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora.

Também está sendo discutida a Resolução nº 001, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), de 23/01/1986, que em seu art. 1º considera impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que direta ou indiretamente, afetam a saúde, a segurança e o bem-estar da população; as atividades econômicas; a biota; as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente e, a qualidade dos recursos ambientais.

E a Lei da Política Estadual de Resíduos Sólidos (Lei 7.862/2002), que tem como objetivos preservar a saúde pública por meio da proteção e melhoria do meio ambiente, do estimulo a recuperação de áreas degradadas ou assegurando a utilização adequada e racional dos recursos naturais. Essa lei também disciplina o gerenciamento integrado dos resíduo e estimula a criação de linhas de crédito para auxiliar os municípios na elaboração de projetos e implantação de planos de gerenciamento de resíduos sólidos licenciáveis pelo órgão ambiental estadual, entre outros.

Segundo a coordenadora de Gestão de Resíduos Sólidos da Sema, Solange Fátima Cruz, que também participa do evento, o objetivo dessas discussões é promover além de promover a conservação do meio ambiente e da sadia qualidade de vida da população, por meio da gestão adequada e melhoria contínua dos sistemas de resíduos sólidos, garantir o resgate da dignidade dos indivíduos envolvidos com a catação, afirmando sua cidadania.

“Por meio da discussão de temas específicos estamos contribuindo para a formulação e implementação de políticas públicas para Sistemas Integrados de resíduos sólidos e, desenvolvendo ações para retirar das ruas e dos lixões as crianças e adolescentes que vivem e sobrevivem como catadores de lixo”.

Os seminários como esse, de sensibilização, contribuem ainda para a redução da morbi-mortalidade das crianças e adolescentes das famílias que vivem em áreas de lixões; para a redução do impacto ambiental gerado pela deposição inadequada do lixo nos assentamentos humanos; para a melhoria da situação econômica e social das famílias que sobrevivem da economia de coleta, triagem e comercialização de resíduos sólidos e servem como instrumento facilitador para a articulação com os agentes financiadores visando a inclusão de programas de atendimento especializado à criança e aos adolescentes catadores de lixo nos programas e projetos de resíduos sólidos entre outros.

Durante o seminário, a coordenadora de Gestão de Resíduos Sólidos da Sema fará palestra sobre o tema “O Panorama da Gestão dos Resíduos Sólidos nos municípios da região” e, a técnica Terezinha Rodrigues da Silva, falará sobre a implementação dos Fóruns “Lixo e Cidadania”.

Na programação de hoje estarão sendo realizadas a mesa-redonda com o Comitê de Gestão de Responsabiliade Social (CGRS), Caixa Economica Federal (CEF), Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) e Consórcios Municipais. Também serão realizadas palestras sobre Modelo de Aterro para municípios com até 10 mil habitantes; e oficinas sobre Licenciamento e Implantação de Aterros Sanitários, com a participação de técnicos da Sema, Caixa Econômica Federal e Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Fonte: www.odocumento.com.br

Ciclo de oficinas de capacitação de conselheiros municipais em todo estado

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Miriane Teles, Assessoria Sismat   
25-Ago-2009

Capixaba, Xapuri, Brasiléia e Assis Brasil recebem o curso essa semana

Inicia nesta terça-feira, 25, em Capixaba, a oficina de capacitação de conselheiros municipais de meio ambiente. O objetivo é qualificá-los sobre a temática ambiental, com a finalidade de que os conselhos sejam fortalecidos e contribuam efetivamente para Sistema Ambiental Municipal e sua gestão.

A capacitação é uma iniciativa do Governo do Estado do Acre, por intermédio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e da Procuradoria Geral do Estado, as Secretarias Municipais de Meio Ambiente, em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil. E para a realização no Alto Acre, conta com apoio do Consórcio de Desenvolvimento Intermunicipal do Alto Acre e Capixaba (Condiac).

As oficinas têm o objetivo de fortalecer a gestão ambiental dos municípios, orientando   os conselheiros ambientais. Os conselhos ambientais representam o órgão máximo na gestão ambiental, conforme a Política Nacional de Meio Ambiente que criou o Sistema Nacional de Meio Ambiente, onde os estados e municípios devem se adequar aos princípios e diretrizes dessa política.

Outra meta é o empoderamento dos conselheiros para o processo de implementação da Política de Valorização do Ativo Ambiental Florestal e do Zoneamento Ecológico Econômico, em especial o Ordenamento Territorial Local.

"A intenção é que os 22 municípios do estado recebam as oficinas. Destes 5 já foram capacitados e durante essa semana cumpriremos em Xapuri, Brasiléia e em Assis Brasil" afirma a assessora jurídica da Sema, Carolina Gama.

Essa atividade é uma das repostas do Programa Estadual de Fortalecimento da Gestão Ambiental Municipal, que foi pactuado com os municípios no II Acre Ambiental, na qual foi discutido com todos os prefeitos e secretários municipais de meio ambiente as políticas do estado para a área de meio ambiente.

Fonte: www.agencia.ac.gov.br

 

 

 
 

Debate Público sobre a importância das Unidades de Conservação do Guará

Dia 20 de agosto ocorreu o Debate Público sobre a importância das Unidades de Conservação do Guará, evento realizado devido a ação conjunta da faculdade UNICESP/SOEBRAS e o Movimento em Defesa do Parque Ecológico do Guará com apoio do Fórum de Ong´s Ambientalistas do DF e Entorno no auditório do Unicesp unidade Guará I (QI 11) às 19:30 hs.
 
A abertura do evento foi feita pelo Professor e Coordenador de Gestão Ambietal e Pós-Perícia Ambiental Bernardo Verano (Unicesp),  a Reitora Ana Angelica que destacaram "o sonho da instituição em participarem ativamente nas ações de preservação do Parque" do Guará e o Sr. Antônio Gutemberg - Guto (Movimento em defesa do Parque) que ressaltaou em sua fala que o "movimento em defesa do parque do Guará é apartidário. Voltado ao bem estar da comunidade", além da divulgação de eventos pró parque".

Como Palestrantes contamos com a presença do Sr. Roberto Suarez representando o Dr. Gustavo Souto Maior (Presidente do Instituto Brasília Ambiental-IBRAM) que elogiou a apresentação do ICMBio no 1º Congresso ABEMA, São Paulo 12 À 14 de agosto, onde denotaram o alto padrão de conservação do Distrito Federal chegando a 90% do seu territorio sendo constituido de áreas de preservação e conservação, o palestrante também expós o papel do órgõ ambiental e as ações para elaboração do Plano de Manejo do Parque do Gurá, a Professora Mônica Veríssimo (UnB e Fórum das Ong´s Ambientalistas do DF e entorno) fez um uma apresentação do ângulo historio, cujo o Parque do Guará faz parte com seus quarenta (40) anos de criação, prezando pela preservação das espécies endêmicas do parques bem como da manutenção do micro clima da região e da conservação da micro bacia hidrografica.

O evento contou ainda com a presença de representantes dos chacareiros, moradores do Guará, estudantes do

 curso de graduação em Gestão Ambiental e Pós em Perícia Ambietal. 

 

 



 
 

Dica de Leitura - Avaliação e Perícia Ambiental

Você gosta de ler?

Uma excelente dica é o livro Avaliação e Perícia Ambiental, organizado pelos autores: Sandra Baptista da Cunha e Antonio José Teixeira Guerra com a

 colaboração ativa e brilhante de Josimar Ribeiro de Almeida, Anna Chistina Saramago Bastos, Antonio Carlos de Freitas, Marcos Faria Tertuliano, Lilian Alves de Araújo Pedro Paulo de Lima-E-Silva e Luiz Eduardo Duque Dutra, este livro deve ser leitura obrigatória a todos os Gestores Ambientais e aos ambientalistas.

A obra é composta pela distribuição temática de cinco capítulos, onde é possível se observar a importância da engrenagem entre as diferentes áreas na evolução das atividades multidisciplinares, uma vez que a fundamentação, alicerçada na experiência de cada profissional envolvido, nos proporciona uma leitura agradável e enriquecedora. A publicação deste livro surge para preencher uma lacuna do mercado, que é guardador da escassez de publicações voltadas para os temas ambientais direcionados a profissionais que atuam na área e a estudantes da Avaliação e Perícia Ambiental.

Os autores estão de parabéns pelo excelente trabalho, um livro muito bem elaborado, escrito com vocabulário acessível e de fácil compreenção mesmo dos que ainda não estejam familiarizados com os termos técnicos. 

Vale à pena ler e mantê-lo em sua biblioteca pessoal

Até a próxima DICA!

 
 

Dica de Leitura: Perícias Ambientais: Sluções de Controvérsias e Estudo de Casos

O livro Perícias Ambientais: Sluções de Controvérsias e Estudo de Casos, dos autores Jorge Pereira Raggi e Angelina Maria Lanna Moraes, editora

Qualitymark é uma boa opção e leitura para os estudantes que iniciam na área ambiental, composto de cinco capítulos e dez (10) bons anexos para consultas, compartilha casos reais e suas perícias.

O livro só peca porque enaundo o ler lel instiga a curiosidade para sabermos a solução dos casos, mas a maioria dos casos ainda não tem um veredito e o leitor fica com um gostinho de "cadê a sobremesa", mas vale a pena prestigiar a obra já que essa trás  vinte estudosde casos, dos quais o co-autor atuou em quinze, ocorrido no período 1979-2003, além de equivócos de procedimento e pressuposições teóricas em um trabalho de equipe.

 

Gestão Municipal de Resíduos Sólidos.

Oficina de resíduos sólidos

 


Justificativa: Nos últimos anos a gestão de resíduos sólidos ganhou maior relevância para administração pública em nível municipal seja nos contextos metropolitanos como nas áreas predominantemente rurais. A agenda da sustentabilidade global tem exigido das esferas locais de governo e das empresas novas posturas e condutas na produção de bens e no tratamento de resíduos nela implicados.

Objetivo:

Tendo como enfoque a sustentabilidade sócio-ambiental, esta Oficina tem o objetivo de aprofundar os principais aspectos da gestão dos resíduos sólidos e discutir o papel do município com vistas à implantação ou aperfeiçoamento de sistemas municipais de coleta e tratamento, bem como, como da integração inter-municipal nesta matéria.
Temas: Panorama da legislação básica; conceitos fundamentais; classificação de resíduos; técnicas e alternativas aplicadas ao tratamento e disposição; reciclagem.
Público-Alvo: prefeitos, secretários e diretores municipais, vereadores e assessores
legislativos, bem como, profissionais de organizações do terceiro setor que atuam em parceria com Prefeituras.

Detalhes do curso:
Data: 14 e 15 de outubro de 2009
Horário: 09:30 as 17:00 horas
Carga horária total: 12 horas
Vagas: 26 (O curso ocorrerá com o preenchimento mínimo de 50% das vagas – a Oficina se reserva o direito de cancelar o curso com até 48 horas de antecedência se o número mínimo de vagas não for preenchido)

Local: Oficina Municipal, Rua Pe. Garcia Velho, 73, 6º andar
Pinheiros – São Paulo (próximo à Livraria Fnac e ao Largo da Batata)
Investimento
R$ 490,00 inscrição individual
Descontos:
15% Para duas ou mais pessoas da mesma instituição
30% Para alunos de municípios com menos de 25.000 habitantes e inscrições de fora do Estado de São Paulo
50% Para ex-alunos O.M., estudantes e docentes (opção válida somente para emissão de nota fiscal pessoa física)
Inscrições: www.oficinamunicipal.org.br
Informações: (11) 3032-4330 ou escola@oficinamunicipal.org.br
Equipe Técnica:
Diretor: José Mario Brasiliense Carneiro; Gerente de Projetos: João Paulo Vergueiro; Assistente de
Projetos: Mônica Heringer; Estagiário: Igor Camargo; Apoio Técnico: Jacson Domingos André.

 

Fonte: http://gestaoambientalead.blogspot.com/

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Mais seis municípios do RS são habilitados para a gestão ambiental local

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As qualificações foram aprovadas em reunião do Conselho Estadual do Meio Ambiente

Os municípios de Montauri, Dois Lajeados, Maratá, Campos Borges, Capão do Leão e Três Arroios estão habilitados a fazer sua gestão ambiental, incluindo o licenciamento para os empreendimentos de impacto local. As qualificações foram aprovadas em reunião do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema), na quinta-feira, 20, presidida pelo secretário interino do Meio Ambiente, Giancarlo Tusi Pinto. Com a adesão destes seis municípios ao Sistema Integrado de Gestão Ambiental (Siga-RS) da Secretaria do Meio Ambiente, eleva-se para 228 o número de cidades gaúchas habilitadas, segundo o diretor-geral da Sema, Niro Afonso Pieper, que é também o coordenador do Siga.

O RS é referência nacional na municipalização da gestão ambiental e a política do Governo Yeda prioriza a descentralização das ações da área, conferindo autonomia aos municípios. De acordo com Pieper, 99 cidades estão com processos em andamento e outras 177 ainda não ingressaram no sistema. Porém, ele acredita que o número vai aumentar rapidamente devido ao Programa de Incentivo à Adesão ao Siga pelo qual a Secretaria se compromete a dar apoio técnico, administrativo e financeiro aos municípios que aderirem ao programa.

O encontro do Consema contou com as presenças do prefeito de Maratá, Gilberto Reidel, do vice-prefeito, Paulo Abraham, do prefeito de Campos Borges, Daniel Vicente Morgan, do prefeito de Capão do Leão, João Serafim Quevedo e do secretário de Turismo e Meio Ambiente de Três Arroios, Olmir José Carlessa, que agradeceram aos conselheiros pelas qualificações de suas cidades.

Os conselheiros também discutiram sobre as participações de representantes indicados pelo Consema que organizarão a etapa estadual da Conferência Nacional de Saúde Ambiental, a ser realizada no mês de novembro. A assessora técnica da Sema, Ana Cruzat, informou que a comissão de organização do evento será integrada por quatro titulares e quatro suplentes

Governo do Estado

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redacao novohamburgo.org
Fonte: novohamburgo.org
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